segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Substituição de osso através de derretimento a laser


Quando tem uma pequena perfuração no crânio o organismo consegue curar, mas em fraturas maiores é normalmente tratada com implantes.

A dificuldade de introduzir o titânio na cavidade aberta influenciou o Centro Medico da Universidade de Aachen(Alemanha) a produzir um tipo de implante degradável que estimula o osso a se regenerar. Esse implante de titânio encaixa na fratura e desaparece com a mesma velocidade que o osso cresce e a fissura se feche. Esse tempo desse processo varia de acordo com o tamanho da fratura, da idade e da saúde do paciente.

A estrutura base do biomaterial é formada por ácido poliláctico (PLA) e fosfato de tricálcio (TPC) que asseguram rigidez e estimulam o processo natural de cura, além de serem substâncias degradáveis.

Esse material somente poderá ser aplicado em falhas faciais, como ossos dos maxilares e cranianos, pois não estão sujeitos a esforços severos.

O implante é feito a partir de um processo industrial desenvolvido no Instituto de Fraunhofer for Laser Tecnologia ILT, em Aachen. Utiliza-se um raio laser fino que derrete cada camada pulverizada do material em estruturas que podem ser tão delicadas como 80 a 100 micrómetros, e assim regera-se o local.
Tal procedimento médico é rápido e preciso. Os médicos já não usam o osso pélvico do próprio paciente para fazer um implante. Esse processo permite ainda a realização de operações complementares em crianças para que não precisem trocar de implantes à longo prazo. O objetivo da equipe foi realizado, produção de implantes ósseos produzidos com materiais degradáveis. E atualmente, os implantes já corrigem fissuras de até 25 centímetros quadrados.


Referência Bibliografica:
Disponivel em:< www.cienciahoje.pt/index.php?oid=43594&op=allEm cache - Similares> Acesso em: 21 nov.


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